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Cores do crepúsculo (As): A estética do envelhecer
Autor: Rubem Alves
Editora: PAPIRUS/RUBEM ALVES - ME
Edição: 08
Área: Literatura / Poesia
Coleção: Catálogo geral
Código: 9788530806590
ISBN: 85-308-0659-X
Lançamento: 05/11/2008
Ano 1ª Edição: 2001
Acabamento: Colado e costurado
Encadernação: Brochura
Nº Páginas: 168
Orelha: Sim
Público Alvo: Geral.
Preço de Capa: R$ 45.90
Peso (Kilos): 0.22

Sinopse

E foi assim que começou o meu "caso de amor" com a velhice, com o rigor de um silogismo. Primeira premissa: eu sou velho; o gesto da moça do metrô o atesta. Segunda premissa: a velhice é a tarde imóvel, banhada por uma luz antiquíssima; a metáfora poética assim o declara. Terceira premissa: essa tarde imóvel me encanta, é bela. Conclusão: a velhice é bela como a tarde imóvel.
Essa imagem me trouxe grande alegria. Ela dava conteúdo sensível àquilo que eu estava sentindo. (...) Eu podia então falar sobre a velhice falando sobre o crepúsculo. (...)
O crepúsculo é o dia chegando ao fim. O tempo se acelera: como se transformam rápidas as cores das nuvens, no seu mergulho na noite! E, paradoxalmente, o tempo fica imóvel, paralisado num momento eterno. Por isso que o crepúsculo é um momento sagrado, de oração, quando o eterno se oferece a nós numa taça efêmera. Por isso cessa o trabalho. É momento de oração: angelus. Somente os sentidos atentos, em contemplação...

Sumário

UM CERTO OLHAR...

I. Os olhos e a idade
II. A revelação
III. O crepúsculo
IV. Fui sempre assim...

A COMUNHÃO

V. O rio
VI. Os ipês estão floridos
VII. As tardes de outono
VIII. O outono
IX. O vôo dos pássaros, à tarde

ENVELHE-SENDO

X. Aos velhos
XI. Quero viver muitos anos...
XII. Fiquei velho
XIII. O blazer vermelho
XIV. As viúvas
XV. Quero é fome

SOBRE VIOLINOS E CHINELOS TROCADOS...

XVI. "E os velhos se apaixonarão de novo..."
XVII. O jardineiro e a Fräulein
XVIII. Violinos velhos tocam música
XIX. "O subterrâneo da vida, você terá que atravessá-lo sozinho..."

INUTILIDADES

XX. A árvore inútil
XXI. O aposentado
XXII. O direito de sonhar

MUNDOS NOVOS SÃO GERADOS

XXIII. A doença
XXIV. A solidão
XXV. A alegria
XXVI. Um único momento

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