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Moderno? Por que o cinema se tornou a mais singular das artes
Autor: Jacques Aumont
Editora: Papirus Editora
Edição: 01
Área: Artes
Coleção: Campo imagético
Código: 978853080872
ISBN: 978-85-308-0872-3
Lançamento: 23/09/2008
Ano 1ª Edição: 2008
Acabamento: Colado e costurado
Encadernação: Brochura
Nº Páginas: 96
Orelha: Sim
Público Alvo: Professores e estudantes de Cinema, cinéfilos.

Sinopse

Após 25 anos, a modernidade – esse período da arte e da cultura ocidental iniciado em meados do século XIX – chega a seu fim aos olhos dos historiadores de arte.
Nesse cenário, o cinema não só explorou suas ligações e filiações, como se declarou a arte moderna por excelência. Se efetivamente esse é o caso, como ele foi afetado pelo fim dos ideais modernos?
A hipótese formulada aqui é a de que o cinema foi, em diversos níveis mas de modo constante, atravessado por questões e valores da modernidade – como a consciência histórica, a relatividade do gosto, o papel "especulativo" atribuído à arte etc. –, às quais respondeu de modo defasado, sem relação com as artes tradicionais.
Paradoxalmente, é essa defasagem – sintoma de sua eterna condição de arte inventada, de arte do pobre, de arte industrial – que lhe permite hoje não apenas sobreviver (bem melhor do que a pintura, por exemplo), como ainda vislumbrar no horizonte a possibilidade de uma "segunda modernidade".


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