Sinopse
A Educação Ambiental (EA) já é uma demanda da sociedade e vem se tornando uma realidade institucional. Isso se reflete no cotidiano escolar, em que os professores desenvolvem várias ações de Educação Ambiental.
Tendo em vista observações empíricas e o contato com outros profissionais da área, Mauro Guimarães entende que há uma fragilização das práticas pedagógicas de Educação Ambiental, o que reafirmaria a hegemonia de uma proposta educacional conservadora. Nesta obra, são analisadas as causas e as conseqüências de tal fragilização mediante um estudo de campo realizado em duas escolas, com o acompanhamento de professores que buscavam inserir a dimensão ambiental em suas práticas.
Percebe-se assim que, em virtude de uma armadilha paradigmática, ocorre uma limitação compreensiva da realidade, processo que conduz a uma falta de ousadia. Ao final, são apresentados alguns parâmetros para a formação de educadores ambientais, visando sua instrumentalização para uma práxis educativa que contribua na construção da sustentabilidade, em um movimento de transformação para uma nova sociedade.
Sumário
PREFÁCIO – AS DESAFIANTES NOVIDADES DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL: HÁ UMA GENERALIZADA INCOMPREENSÃO DO SIGNIFICADO DAS CORRENTES PEDAGÓGICAS?
Philippe Pomier Layrargues
PRIMEIRAS CONSIDERAÇÕES
1. CONSTRUINDO O PROBLEMA
2. EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SEUS CAMPOS DE DISPUTA
3. REFLETINDO O PROBLEMA
4. A FORMAÇÃO CRÍTICA DE EDUCADORES AMBIENTAIS
ÚLTIMAS CONSIDERAÇÕES
BIBLIOGRAFIA
ANEXO – EDUCADORES AMBIENTAIS: EIXOS FORMATIVOS
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